Radio Logo
RND
Höre {param} in der App.
Höre VIDA EM FRANÇA in der App.
(124.878)(171.489)
Sender speichern
Wecker
Sleeptimer
Sender speichern
Wecker
Sleeptimer
StartseitePodcasts
VIDA EM FRANÇA

VIDA EM FRANÇA

Podcast VIDA EM FRANÇA
Podcast VIDA EM FRANÇA

VIDA EM FRANÇA

hinzufügen

Verfügbare Folgen

5 von 24
  • O Cerejal chega a Paris: Isabel Abreu veste a pele de Charlotte Ivanovna
    Criada este verão em Avignon, O Cerejal encenado por Tiago Rodrigues, com Isabelle Huppert que interpreta Lioubov, chaga à cena do teatro Odéon, em Paris. Um espectáculo subtil que se aproxima da peça original de Anton Tchekhov, onde todos os personagens assumem o mesmo protagonismo, num baile de fantasmas atingidos pelas perturbações do mundo. Em palco, todas as personagens assumem o mesmo protagonismo, numa encenação orquestrada por Tiago Rodrigues, que dirige actores como se de um baile de tratasses. Em cena, os personagens transformam-se em fantasmas tristes e alegres, conduzidos pelas perturbações do mundo, onde se distinguem Isabelle Huppert, Adama Diop ou Isabel Abreu. Os músicos portugueses Manuel Azevedo e Hélder Gonçalves dão um ritmo musical à peça do dramaturgo russo, Anton Tchekhov. Em cena durante um mês e meio no teatro parisiense Odéon, a encenação de Tiago Rodrigues deixa respirar a última peça do génio russo, Anton Tchekhov. O encenador português, e próximo director do festival d'Avignon, não destaca nenhuma temática; nem social, nem poética ou filosófica, mas entrega um carta branca a todos os actores para explorarem o melhor e pior de cada personagem. "Estamos todos a remar na mesma direcção", conta-nos Isabel Abreu. A cenografia é orquestrada pelos dois músicos Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves e pelo jogo equilibrado entre todos os actores. Ao longo de duas horas e vinte minutos, os actores permanecem em cena, sem nenhuma entrada ou saída. Em cena, a actriz Isabel Abreu é a única portuguesa, veste a pele de Charlotte Ivanovna, uma personagem mística e transcendental.
    1/20/2022
    10:00
  • França: Professores denunciam caos gerado pela gestão da pandemia
    Dia de greve nacional na Educação em França esta quinta-feira. Professores, auxiliares, pais e alunos denunciam os múltiplos protocolos sanitários que consideram obsoletos, protestam contra o caos gerado pela gestão da pandemia e exigem condições para fazer face à nova variante da Covid-19. Pela primeira vez, desde o início do mandato de Emmanuel Macron, os onze sindicatos de professores juntaram-se à principal Federação dos Conselhos de Pais e Alunos e apelaram à greve massiva. Uma mobilização inédita, desde 2017, que tem como alvo directo o ministro da Educação Jean-Michel Blanquer e que faz tremer o executivo francês a três meses das eleições presidenciais. Carla Dugault, co-presidente da Federação dos Conselhos de Pais e Alunos (FCPE) sublinha que a tutela “não ouve” as reivindicações da classe e que “os pais e as crianças estão cansados da falta de organização do ministro da Educação. Não podemos continuar assim. Todos os dias os protocolos mudam.”  O apelo à greve foi lançado pelo SNUipp-FSU, principal sindicato de professores primários em França, e rapidamente teve a adesão de todos os outros sindicatos de docentes e a principal federação de pais e alunos. "É um momento histórico” afirma Carla Dugault. Os manifestantes reclamam o regresso da regra de classe fechada perante um caso positivo, quarentena para caso-contacto no seio familiar e uma política preventiva com a realização semanal nas escolas de testes salivares.  Professores e alunos queixam-se do custo das máscaras, obrigatórias para ambos: “É um peso [económico] importante para algumas famílias. A escola em França tem meios para dar as máscaras aos alunos. Há dois anos que pais e professores se esforçam para que a escola pública funcione bem. Mas o ministro [da Educação] não ouve ninguém”, lamenta Carla Dugault.  A co-presidente da Federação dos Conselhos de Pais e Alunos (FCPE) acrescenta, ainda, que a gestão da pandemia tem consequências para o futuro das crianças. Desde o início da pandemia que “as crianças não podem ser crianças". “Os alunos estão mais ansiosos” e pais e professores vão ter de estar mais atentos “à saúde mental das crianças”. Os sindicatos do sector já fizeram saber que após esta jornada de greve, novas acções podem vir a ser organizadas caso o Governo “continue a desvalorizar” as suas reivindicações.
    1/12/2022
    5:09
  • França: "A oposição aproveita a vacinação para juntar forças contra o governo"
    Em França, o diploma que pretende transformar o actual certificado de saúde em certificado de vacinas foi aprovado na madrugada desta quinta-feira e segue agora para o Senado, antes de regressar à Assembleia Nacional, a câmara baixa do Parlamento, para a adopção final. Esta aprovação acontece após vários dias de discórdia entre os deputados, que chegaram a fazer mais de 500 alterações ao documento. Este diploma, para além da questão do certificado de vacinas, prevê outras alterações como, por exemplo, a alteração da lotação em espaços públicos ou o endurecimento das sanções contra quem apresentar certificados de vacinação falsos. Rafael Lucas, professor catedrático, ligado à Universidade de Bordéus explicou, em entrevista à RFI, o motivo do certificado de vacinas ter gerado tanta controvérsia na Assembleia Nacional e falou sobre a situação actual da Covid-19 no país.
    1/6/2022
    7:36
  • "Há uma verdadeira baixa nas reservas no período das festas"
    A área da cultura tem sido das mais afectadas pela pandemia um pouco por todo o mundo, quer seja pelo encerramento de vários espaços culturais, quer seja pela diminuição da lotação dos espaços abertos ao público. Em França, o governo já preconizou que, para já, não estão serão adoptadas medidas restritivas no sector cultural, contudo o cancelamento de espectáculos de Fim de Ano e a pouca adesão do público a espaços culturais é já uma realidade em várias cidades francesas. Em entrevista à RFI, o humorista José Cruz, começou por salientar essa mesma realidade.
    12/23/2021
    8:25
  • Solidariedade une a diáspora cabo-verdiana em França em tempos de pandemia
    Após quase dois anos de crise sanitária em França, os cabo-verdianos que vivem em terras gaulesas dizem que a pandemia serviu para unir a comunidade. Reunidos no fim de semana no 11º bairro de Paris para um encontro entre associações, Fernanda Semedo Cabral, presidente da Federação das associações cabo-verdianas em França, reconhece dificuldades, mas aponta a solidariedade como principal valor na diáspora. "A diáspora cabo-verdiana em França está muito integrada. Passou por dificuldades, é certo, como toda a sociedade devido à pandemia. Mas houve solidariedade e agora  a comunidade cabo-verdiana está unida em ação e ajuda. Nós, que temos mais possibilidades, estamos agora a estender a mãos aos nossos compatriotas de forma a acompanhá-los aqui em França", disse Fernanda Semedo Cabral. A solidariedade é também o sentimento que Isabel Borges Voltine, deputada suplente do Parlamento cabo-verdiano, eleita pelo círculo da Europa, destaca. Para os jovens da diáspora, tal como para muitos jovens franceses, a covid-19 tem sido um período ainda complicado. Para Wilson da Graça, presidente da associação Nostalgia di Cabo Verde, que actua nos arredores de Paris, estes jovens são guerreiros. "Os jovens da comunidade cabo-verdiana são guerreiros. Mas eles são acima de tudo jovens. Portanto temos os mesmos problemas na comunidade cabo-verdiana e nos restantes jovens em França, portanto encontramos os mesmo problemas noutras comunidades e nos nossos bairros. Hoje não é fácil ajudar os jovens, porque eles acreditam que não têm capacidades e não acreditam muito neles. Há todo um contexto que não facilita as coisas e a juventude cabo-verdiana também se encontra nesta situação. Nós, sendo mais velhos e mais experientes, queremos mostrar-lhes que é possível um futuro melhor e que é preciso confiança e auto-estima", explicou Wilson da Graça. Para a comunidade, a imagem de Cabo Verde tem evoluído nos últimos anos. Cabo Verde é agora um país associado não só ao turismo, mas também a figuras de relevo na cultura, como Cesária Évora, e na política francesa, com a nomeação da ministra Elisabeth Moreno para o Governo de Emmanuel Macron. Com mais de 30 associações ativas em diversas áreas desde iniciativas culturais, à solidariedade com Cabo Verde, passando pelo desporto, a comunidade mostra-se dinâmica e com vontade de ter uma palavra a dizer em França e em Cabo Verde.
    12/16/2021
    7:34

Über VIDA EM FRANÇA

Sender-Website

Hören Sie VIDA EM FRANÇA, 1LIVE und viele andere Radiosender aus aller Welt mit der radio.de-App

VIDA EM FRANÇA

VIDA EM FRANÇA

Jetzt kostenlos herunterladen und einfach Radio & Podcasts hören.

Google Play StoreApp Store

VIDA EM FRANÇA: Zugehörige Sender

Information

Wegen Einschränkungen Ihres Browsers ist dieser Sender auf unserer Website leider nicht direkt abspielbar.

Sie können den Sender alternativ hier im radio.de Popup-Player abspielen.

Radio