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  • STP: Médicos alertam para falta de medicamento, Governo fala em aproveitamento político
    Em São Tomé, a falta de medicamentos e consumíveis está a colocar em risco a vida dos doentes. O alerta é da presidente do Sindicato dos Médicos, Benvinda Vera Cruz, que acusa o governo de não assumir as responsabilidades assumidas com os profissionais de saúde. Por sua vez, o ministro da Saúde, Edgar Neves, afirma que a falta de medicamentos é um problema recorrente no país, considerando que há motivações políticas nas declarações de Benvinda Vera Cruz. Benvinda Vera Cruz acusa o governo de não respeitar as responsabilidades assumidas com os profissionais de saúde, no ano passado, garantindo o fornecimento regular de medicamentos e consumíveis. A presidente do Sindicato dos Médicos garante que a situação é insustentável e não descarta um movimento de greve. Em Novembro do ano passado, os sindicatos dos profissionais de saúde do país assinaram um memorando com o Governo para implementação de melhorias das condições de trabalho e fornecimento regular de medicamentos e consumíveis neste sector, dentro do prazo que termina a 19 de Janeiro. O  ministro da Saúde, Edgar Neves, refere que a falta de medicamentos e consumíveis é uma situação recorrente no país, agravada pela pandemia de Covid-19 e pelas intempéries que atingiram o país nos últimos dias no ano. O responsável pela pasta da Saúde reitera que os medicamentos já foram encomendados,  e afirma que há motivações políticas nas declarações de Benvinda Vera Cruz.
    1/18/2022
    7:52
  • Omicron: "temos que estar mais preocupados com os grupos de maior risco"
    A pandemia de covid-19 não conheceu tréguas durante os festejos do começo deste novo ano e na semana passada foi ultrapassado o patamar dos 300 milhões de casos e mais de 5 milhões de mortos pelo mundo fora desde a identificação do vírus em finais de 2019. Esta doença que conheceu diversas mutações estaria actualmente a dar sinais de algum abrandamento. Depois de ter conhecido uma fase bastante agressiva nomeadamente com a variante Delta no ano passado, predomina agora a variante Omicron que foi identificada em primeira mão na África do Sul em Novembro do ano passado. De acordo com os diversos estudos entretanto efectuados sobre esta estirpe, a variante Omicron é muito mais contagiosa do que as anteriores mas menos virulenta na larga maioria dos casos, o que leva a uma situação paradoxal: embora seja tida como menos grave, esta nova variante não deixou de exercer pressão sobre sistemas de saúde subdimensionados perante números nunca antes atingidos de infecções. A título de exemplo, aqui em França onde a variante Omicron é maioritária ultrapassou-se os 300 mil casos e um número de óbitos oscilando entre 100 e 200 em 24 horas na semana passada. Neste contexto, as autoridades têm apostado fortemente no reforço da campanha de vacinação e no rastreio sistemático, tendo sido registados só na semana passada mais de 11 milhões de testes em França. Este figurino ao qual estão confrontados vários outros países leva a questionamentos sobre a pertinência da testagem sistemática face a uma variante menos agressiva, tanto mais que noutras partes do mundo, nomeadamente na África do Sul, o número de casos parece estar a diminuir ao ponto que algumas vozes mais optimistas acreditam que estaríamos perto do fim da pandemia. Em entrevista à RFI, Vítor Laerte Júnior, infecciologista ligado ao Hospital de Setúbal em Portugal, analisou connosco os questionamentos colocados pela variante Omicron. Ao considerar que perante as contaminações galopantes provocadas pela variante Omicron "é impossível e não se justifica" manter o rastreio sistemático da população, o estudioso considera que "talvez estejamos naquela fase em que tenhamos que estar mais preocupados com aqueles grupos de maior risco" e que "nesses casos é interessante manter o teste nessas pessoas". Questionado sobre as medidas visando impor a vacinação inclusivamente aos mais cépticos, o infecciologista considera que "a vacina, como política de saúde pública, não deve ser obrigatória", Vítor Laerte Júnior preconizando um prisma mais pedagógico. "Esta política é um tiro no pé, vai acabar gerando mais raiva, mais movimentos contrários. Eu acho que tem de ser uma situação de convencimento", refere.
    1/11/2022
    13:26
  • Moçambique: Escolas excluem crianças com deficiência
    O director executivo da Associação Amigos da Criança Boa Esperança em Moçambique, Victor Maulana, alerta para o facto da maior parte das escolas da província do Niassa não estarem preparadas para receber crianças com necessidades especiais. O responsável associativo aponta o dedo às autoridades, reconhecendo que a falta de profissionais qualificados e a existência de barreiras físicas impede a província de alcançar a inclusão educativa destas crianças. “ Algumas escolas têm o exemplo, mas não têm a acessibilidade adequada. Eu, como pessoa com deficiência, sinto que a rampa não facilita o movimento das pessoas que se querem movimentar sozinhas e chegar à sala de aula. A própria sala de aula não está preparada para pessoas com deficiência”, refere. Victor Maulana defende que outro desafio passa pelo recrutamento de profissionais qualificados para lidar com as necessidades especiais dos alunos. “Em Moçambique, quase na totalidade, não existem professores qualificados, salvo na Beira, onde está sediada a ACAMO-Associação dos Cegos e Amblíopes de Moçambique- depois as outras províncias não têm as mínimas condições”, esclarece.  O Director executivo da Associação Amigos da Criança Boa Esperança aponta o dedo às autoridades, admitindo que não há vontade política para melhorar as condições de acesso à educação destas crianças. “A falta de vontade política pode estar na origem desta situação. Porque dizer que não há recursos seria mentir. Há muitos financiadores que apoiam o sector da educação, nomeadamente as pessoas com deficiência, mas a aplicação desses fundos não está a ser a mais adequada”, garante. O responsável associativo considera que é urgente que as autoridades mobilizem os recursos necessários para formação de quadros especializados e para equipar os estabelecimentos de ensino.  De acordo com os dados recolhidos pelas autoridades em 2020, duas em cada três crianças com deficiência estão fora do ensino escolar. Para contrariar esta realidade, o Ministério moçambicano da Educação e Desenvolvimento Humano lançou, em Dezembro, a Estratégia da Educação Inclusiva e Desenvolvimento da Criança com Deficiência 2020-2029, que pretende a reestruturação do sistema educativo como um todo. A iniciativa do governo preconiza que os direitos educativos de todos os alunos deve ser assumida no campo de acção das grandes directrizes educativas e intersectoriais.
    1/4/2022
    7:50
  • Fim da pandemia em 2022? "Há expectativa que deixe de provocar tantas disrupções" nos hospitais
    A Organização Mundial da Saúde (OMS) já disse que deve ser em 2022 que se "coloca fim à pandemia". A RFI falou com um especialista português em saúde internacional, Tiago Correia, que fala "numa enorme expectativa", mas também em "dúvidas". É a pergunta que todos nos colocamos: vai a pandemia terminar em 2022? Tiago Correia especialista em saúde internacional, diz que o que se espera é que a doença deixa de provocar "tantas disrupções" nos sistemas de saúde. E por isso, um eventual fim da pandemia "não significará por certo um fim do vírus". No entanto, para já, a variante Ómicron continua a alimentar várias incertezas. O especialista diz que "não há ainda uma grande clareza" quanto à letalidade da nova variante e, por isso, insiste, não se deve "baixar a guarda". Há também ainda o risco de que as baixas taxas de vacinação em vários países possa propiciar o aparecimentos de variantes mais letais. Tiago Correia sublinha, assim, a necessidade de "esforços concertados em vários continentes", embora lembre que as dificuldades no transporte e armazenamento são "de difícil resolução" no curto prazo. E, por isso, os tratamentos que deverão surgir em 2022 poderão ser "uma solução para os países de baixa renda".
    12/26/2021
    8:27
  • Covid-19: "A vacinação tem de ser feita de modo global"
    A nova variante do coronavírus, denominada Omicron, tem causado um aumento exponencial do número de casos  na Europa. Vários países já decidiram implementar medidas mais rígidas para combater a quinta vaga da doença. Existem ainda especialistas que defendem a administração de uma nova vacina para lutar contra a Omicron. Em entrevista à RFI, Celso Cunha, professor e investigador do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, começou por explicar-nos porque é que esta nova variante veio deixar novamente a Europa em alerta. "Esta variante, embora tenha propriedades bastante diferentes daquelas a que estávamos habituados a ver, veio tornar a situação na Europa mais conturbada devido à sua transmissibilidade, que está associada ao número de mutações", começou por explicar, referindo que existem, até ao momento, 32 mutações da nova variante. Apesar disso, o que tem feito 'soar os alarmes' é "o número de casos e a velocidade a que a variante provoca um aumento do número de casos" e não a "gravidade da doença". Quanto à implementação de uma nova vacina para lutar contra a Omicron, Celso Cunha defende que esta não é agora uma prioridade. O professor considera importante, nesta fase, vacinar todas as pessoas com uma terceira dose, o que será "aparentemente suficiente para travar os casos de doença grave e de morte por infecção por esta variante". Questionado se a vacinação de todas as faixas etárias é a solução da pandemia, Celso Cunha refere que existem muitas dúvidas quanto a este assunto. "Eu penso que o vírus veio para ficar e nós vamos ter de conviver com ele. Eu acho é que vamos estar cada vez mais preparados para lidar com esta doença", salientou. O professor defendeu ainda que só conseguiremos controlar na totalidade esta doença quando toda a população estiver vacinada contra a Covid-19. "A vacinação tem de ser feita toda de modo global porque sem isso vamos continuar a ver o surgimento de novas variantes", rematou.
    12/21/2021
    7:48

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