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  • Franceses têm nova preocupação com subvariante da ômicron
    A França registrou 400 mil casos positivos de Covid-19 nas últimas 24 horas. Se não bastasse a preocupação com o contágio galopante associado à variante ômicron, uma subvariante desta cepa preocupa as autoridades francesas. O epidemiologista Antoine Flahault, diretor do Instituto de Saúde Global em Genebra, recomenda "vigilância" em relação à evolução dessa sublinhagem ainda pouco conhecida.  O Ministério da Saúde francês acompanha de perto o comportamento desta subvariante da ômicron, denominada BA.2. Ela surgiu há algumas semanas e circula em vários países. As características dessa cepa ainda são pouco conhecidas, mas provocam questionamentos entre os médicos porque, em pouco tempo, ela se tornou dominante na Dinamarca, onde os casos vêm aumentando há dias. Os especialistas costumam dizer que é normal aparecer subvariantes quando a circulação do vírus é intensa. "Mas o que surpreende é a velocidade com que esta sublinhagem da ômicron, que também tem se propagado na Ásia, se instalou na Dinamarca", diz Antoine Flahault. A França detectou vários casos dessa cepa, "mas em níveis muito baixos", afirmam as autoridades. Com uma média móvel diária superior a 300 mil casos positivos de Covid-19 em sete dias, o governo francês esperava um pico de infecções em torno de 15 de janeiro. Mas isto não aconteceu e talvez seja por causa dessa subvariante, também muito transmissível. O único sinal positivo, por enquanto, é que o número de pacientes com a forma grave da Covid-19 em UTIs continua a diminuir nos hospitais. Por outro lado, o presidente do conselho científico que assessora o governo, Jean-François Delfraissy, prevê que a quinta onda epidêmica continuará a pressionar o sistema hospitalar até meados de março.  O que deixa os franceses meio perdidos é que o governo anunciou na quinta-feira (20) a suspensão progressiva das restrições sanitárias. A partir de 2 de fevereiro, o uso de máscara não será mais exigido nas ruas, mesmo em locais com aglomerações. Estádios e salas de espetáculos poderão receber espectadores sem limite de capacidade. O trabalho remoto também será suspenso nas empresas e repartições públicas. A regra em vigor atualmente é home office obrigatório ao menos três vezes por semana. Em uma segunda etapa, no dia 16 de fevereiro, as casas noturnas poderão reabrir e o consumo de bebidas em pé, no balcão de bares e cafés, será novamente autorizado.  Opositores e médicos alertam que o Executivo corre um grande risco com a flexibilização antes da hora dos instrumentos de frenagem da pandemia, principalmente nesse contexto de um número elevadíssimo de contaminações. O primeiro-ministro Jean Castex relativiza o perigo e conta com o novo passaporte vacinal, que entrará em vigor na próxima segunda-feira (24), para manter a situação sob controle. Conselho Constitucional aprova passaporte vacinal O Conselho Constitucional ratificou nesta sexta-feira o projeto de lei sobre o novo dispositivo, que tinha sido aprovado pelo Parlamento no último domingo, após vários dias de batalha parlamentar entre a maioria governista e a oposição. Apenas um artigo foi retocado do texto. Todos os cidadãos, vacinados ou não, terão acesso aos eventos eleitorais. O passaporte da vacina não poderá ser cobrado na entrada dos comícios ou outros encontros do gênero, como desejavam alguns partidos. A França está a três meses das eleições presidenciais e seria inconstitucional restringir o acesso de cidadãos a atividades que podem ajudar os eleitores a escolher seus candidatos e exercer o direito de voto. À exceção dos comícios de campanha, a partir de segunda-feira, todos os franceses maiores de 16 anos terão de apresentar esquema vacinal completo para ter acesso a restaurantes, cinemas, estádios, salas de espetáculos, academias de ginástica ou para viajar de trem e avião. O novo dispositivo substitui o passaporte sanitário, que permitia aos não vacinados apresentar um teste PCR negativo. Essa alternativa irá desaparecer. O presidente Emmanuel Macron assumiu a estratégia de infernizar a vida dos não vacinado "até o fim". Em fevereiro, Macron deve oficializar sua candidatura à reeleição. Com milhares de contaminados ou não, a campanha tende a acelerar.
    1/21/2022
    13:54
  • Covid-19: Justiça suspende uso obrigatório de máscaras ao ar livre em Paris
    O tribunal administrativo de Paris suspendeu, na noite de quinta-feira (13), o decreto que impunha, desde 31 de dezembro, o uso de máscaras de proteção ao ar livre na capital francesa. A justiça considerou que a obrigatoriedade do acessório em espaços abertos era “desproporcional”, apesar do avanço da pandemia provocada pela variante ômicron. A decisão deve entrar em vigor nesta sexta-feira (14), após sua publicação oficial. Segundo Jean-Baptiste Soufron, advogado que apresentou o recurso diante do tribunal administrativo, a instância considerou que a obrigatoriedade da máscara era desnecessária. A medida anunciada na capital pode levar a uma flexibilização generalizada. Na quarta-feira (12), antes mesmo de Paris, outro tribunal administrativo já havia suspendido a obrigatoriedade do uso da proteção facial nas ruas do departamento de Yvelines, na região parisiense. A decisão foi tomada após uma ação lançada por moradores e, de acordo com o comunicado oficial, o juiz considerou que a máscara obrigatória só pode ser imposta “se a situação epidemiológica local justificar a medida” e que, mesmo nesse caso, ela só poderia ser aplicada “em zonas e horários com forte circulação de pessoas”.  Além disso, a justiça considerou, no caso da região de Yvelines, que a imposição, além de “excessiva”, “não era apropriada” por ferir “as liberdades individuais”. Sem lockdown pela frente A França vem registrando números recordes de novos casos de Covid-19, chegando a 300 mil contaminações diárias, índices que não eram alcançados desde o início da pandemia. No entanto, alguns especialistas defendem que o uso de máscaras ao ar livre não tem um impacto direto na propagação do vírus. O fato de a variante ômicron, que já representa a maioria dos novos casos na França, ter se mostrado menos perigosa que as cepas anteriores, apesar de sua capacidade de propagação, também vem contribuindo para o relaxamento de algumas medidas sanitárias. Prova disso, pela primeira vez em dois anos de epidemia, ao contrário de outros países europeus, a França recusou a possibilidade de recorrer a um novo lockdown mesmo diante da rápida expansão da variante. Esta semana o ministro francês da Saúde, Olivier Véran, se mostrou otimista. Ele afirmou que o pico de contaminações se aproxima no país e que o governo já aposta na “hipótese de uma diminuição no número de contaminações nos próximos dias”.
    1/14/2022
    7:15
  • Vacinação de crianças avança lentamente na França; professores convocam greve nas escolas
    Os franceses enfrentam a primeira semana de 2022 exasperados com a pandemia sem fim do coronavírus. A explosão de casos da ômicron – 206 mil infecções na média móvel dos últimos sete dias, e 410 mil testes positivos só na segunda-feira (3) – causam apreensão. A volta às aulas foi caótica, com milhares de professores e alunos contaminados. Dois sindicatos de professores convocam uma greve nacional para a próxima quinta-feira (13), alegando falta de condições para administrar a crise. A França sequer atingiu o pico da quinta onda da pandemia, mas a explosão de infecções causadas pela ômicron já se reflete nas escolas, com 47 mil alunos positivos para a Covid-19 na primeira semana de janeiro e 5.600 adultos, entre professores, auxiliares de classe e de cantina. As licenças médicas profissionais e a obrigatoridade de testes em todos os alunos de classes afetadas criaram uma grande confusão nos estabelecimentos de ensino. Ao menos 9.200 salas de aula foram fechadas em todo o país. A mesma cena se repete desde segunda-feira: o pai ou a mãe chega de manhã para deixar o filho na escola e descobre que, por causa de um ou mais casos positivos na classe, a criança não pode ser acolhida. Nessas circunstâncias, o governo preconizava até quinta-feira (6) três testes de diagnóstico nos dias seguintes, para o aluno poder assistir as aulas normalmente.  O Ministério da Educação oferece gratuitamente às famílias testes de antígeno para fazer em casa. Os pais podem retirar os kits nas farmácias, mas os estoques esgotaram. Com isso, pais e avós passaram a semana levando crianças aos laboratórios. Havia filas enormes nas calçadas e era preciso esperar horas no frio para conseguir fazer um PCR. Para piorar a situação, a corrida pelos testes tem gerado panes técnicas na plataforma onde farmácias e laboratórios publicam os resultados.   Na quinta-feira, vendo a confusão, o governo flexibilizou o protocolo de testes, mas dois sindicatos de professores convocaram uma greve nacional para o dia 13 de janeiro. Eles alegam que está muito complicado administrar as infecções, ainda por cima com funcionários ausentes por causa da Covid-19. Em vez de dar aula, os professores e diretores passam o dia conversando com as famílias por telefone ou e-mail para explicar a situação no estabelecimento. Hospitalização de crianças com Covid-19 aumenta Os dados desta semana mostram um aumento de incidência da Covid-19 em todas as faixas etárias, com maior prevalência entre adultos de 20 a 39 anos – provavelmente pelo descuido nas festas de fim de ano. Mas também chamam a atenção as hospitalizações de crianças pequenas, de bebês até os 9 anos de idade. Os Estados Unidos enfrentam esse mesmo fenômeno.   O ministro da Saúde francês, Olivier Verán, revelou que havia no começo da semana 64 crianças menores de 12 anos internadas na UTI devido a uma forma grave da Covid-19 – o dobro de casos registrados em novembro e dezembro. Outras 300 crianças estavam hospitalizadas com a Covid-19 em leitos ditos convencionais.   Os pediatras dizem que os pais não devem se alarmar, que o sistema imunológico das crianças combate o vírus de maneira mais rápida que um adulto, mas existem casos que fogem da regra, mesmo em quantidade marginal. Vacinação na faixa etária de 5 a 11 anos é insuficiente A França começou a vacinar as crianças de 5 a 11 anos em 22 de dezembro passado. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7), de 80 mil a 90 mil crianças receberam a dose do imunizante adaptado pela Pfizer. Esse número representa pouco mais de 1% do total de crianças dessa faixa etária (5,7 milhões) que podem se beneficiar da proteção da vacina.  No Brasil, o Ministério da Saúde protelou o início da campanha, com a consulta sobre a necessidade de prescrição médica, o que não aconteceu na França, porque o imunizante infantil da Pfizer foi aprovado e é recomendado pela Alta Autoridade da Saúde, um organismo científico independente. Mas as autoridades francesas adotaram um outro obstáculo: nesta faixa etária de 5 a 11 anos, os dois pais devem autorizar formalmente a vacinação da criança. O presidente da estratégia vacinal do governo, Alain Fischer, que é um pediatra especialista em imunologia, lamentou essa exigência. Acima de 12 anos, basta a autorização de um dos pais, e acima de 16 anos o adolescente pode decidir sozinho se quer tomar ou não a vacina. Questão ética e reticência entre pais  O governo francês decidiu adotar o princípio de precaução na vacinação dos pequenos. Este argumento é evocado com frequência em assuntos de saúde na França, embora nenhum estudo tenha indicado risco na vacinação de crianças, muito pelo contrário. Os estudos apontam benefícios na proteção contra formas graves da Covid-19. Mas existe a discussão política e na sociedade de que ao não adotar a obrigatoriedade vacinal para os adultos, o governo transferiu uma parte da responsabilidade do combate à pandemia às crianças, que na maioria das vezes se livram da infecção sem sequelas. Tornou-se uma questão ética. Agora, com o aumento recente das hospitalizações de crianças, talvez um número maior de pais decidam vaciná-las. Pode acontecer um efeito semelhante ao dos não vacinados. Bastou o presidente Emmanuel Macron dizer que iria infernizar a vida dos que não quererm se imunizar para que, nos dias seguintes, os antivacinas buscassem os centros de vacinação. Na quarta-feira (5), 66 mil pessoas, que recusavam a imunização, tomaram a primeira dose, um recorde para um único dia.  Macron assume que irá infernizar os não vacinados A declaração de Macron teve repercussão mundial. O líder francês usou um termo grosseiro, coloquial, para falar dos antivacinas. O centrista, que ainda não assumiu oficialmente sua candidatura à reeleição, mas está em campanha, declarou em uma entrevista que iria "encher o saco dos não vacinados até o fim". A frase foi calculada. Para fidelizar os 25% de eleitores que prometem votar nele no primeiro turno das presidenciais de abril, e um número bem maior de franceses que aprova sua gestão da epidemia, Macron forçou os adversários a sair do armário. A oposição tem um discurso ambíguo sobre a vacinação.    Nessa quinta-feira (6), havia 4 mil pacientes de Covid-19 nas UTIs francesas – 70% a 90% não vacinados, segundo diferentes levantamentos. A exasperação de que essa pandemia não acaba por causa da teimosia cega dessas pessoas divide cada vez mais o país. E Macron aposta nessa polarização. Em um pronunciamento nesta manhã no Parlamento Europeu, ele disse que "assume" o linguajar popular e assina embaixo.  No sábado (8), os antivacinas voltam às ruas em manifestações contra o novo passaporte vacinal, que ainda está em tramitação no Parlamento. É possível que se veja um aumento no número de manifestantes, com até 39 mil pessoas nas ruas em todo o país.  Em 6 de janeiro, a França tinha 77,3% da população completamente vacinada e 20,9% de não imunizados, o equivalente a pouco mais de 4 milhões de cidadãos. O sul do país tem o maior número de franceses hostis à vacinação contra a Covid-19.
    1/7/2022
    14:39
  • Franceses terminam o ano sem fogos de artifício e fazendo filas para teste anticovid
    Como no resto do mundo, a França se prepara para o segundo Réveillon consecutivo marcado por restrições sanitárias ligadas à pandemia de Covid-19. O uso de máscaras voltou a ser obrigatório em grandes centros e os fogos de artifício foram proibidos. Com o avanço da variante ômicron, muito mais contagiosa e que já se tornou prevalente no território francês, o país também assiste a um recorde de testes anticovid, com filas nas farmácias e laboratórios. A prefeitura de Paris já havia anunciado na semana passada o cancelamento de todas as festividades, inclusive a tradicional queima de fogos de artifício, que reúne milhares de pessoas na avenida Champs-Elysées. Mas nos últimos dias, diante da evolução da pandemia, com o país registrando, pelo segundo dia consecutivo, mas de 200 mil novos casos diários, outras medidas restritivas foram tomadas para esta virada. Os bares de Paris terão que fechar as portas às 2h e, a partir desta sexta-feira (31), o uso de máscaras passou a ser obrigatório em ambientes externos para os maiores de 11 anos. As boates, fechadas desde 10 de dezembro, continuarão assim pelo menos nas primeiras três semanas de janeiro. Para a noite da virada, as aglomerações foram proibidas em várias regiões do país, inclusive na capital. O consumo e a venda de bebidas alcoólicas em modo “take away” também não será possível, em uma tentativa de evitar festas improvisadas nas ruas e praças. A venda, compra e transporte de fogos de artifício também está proibida em praticamente todo o território francês. Quem não respeitar as regras pode levar uma multa de € 135 (cerca de R$ 850). Um forte dispositivo de segurança também foi implementado, com 95 mil policiais mobilizados em todo o país, dos quais 9.000 estarão apenas em Paris. Bombeiros e militares da força Sentinela (antiterrorismo) também ficarão em alerta. Só entra na festa com teste negativo na mão Diante de tantas restrições, a população está optando por celebrar a virada em casa, com amigos e familiares. A consequência foi uma corrida pelos testes anticovid – principalmente de antígenos, com resultado disponível em 15 minutos –, pois todos querem ter certeza que não estão contaminados antes de se reunirem com familiares e amigos para a contagem regressiva. Filas gigantescas foram registradas nas últimas horas diante de laboratórios e farmácias. Como os testes são gratuitos na França para quem já foi vacinado, tem gente se testando a cada dois ou três dias para evitar passar o Réveillon sozinho. Principalmente porque em algumas festas privadas os anfitriões exigem a apresentação de um teste negativo para quem quiser fazer parte da comemoração – algo que já havia começado nas celebrações do Natal, na semana passada. Ômicron prevalente na França Esse fenômeno é estimulado pela aceleração dos contágios provocados pela variante ômicron, que já representa a maioria das infecções por Covid-19 na França. "62,4% dos testes apresentavam perfil compatível com a variante ômicron" no início desta última semana do ano, contra 15% na anterior, apurou a agência de saúde pública francesa em seu relatório semanal. Segundo o governo, uma em cada dez pessoas do país esteve em contato com o vírus. Esse contexto também deu origem a outro fenômeno: as festas de Réveillon organizadas apenas com pessoas que já estão contaminadas. Anúncios do gênero já circulam pelas redes sociais. Mas os médicos desaconselham essa prática, alertando que ainda não se sabe exatamente qual pode ser o risco de uma exposição à variante ômicron para alguém que já esteja contaminado com a variante delta, por exemplo.
    12/31/2021
    10:12
  • Franceses chegam ao final do ano sofrendo de fadiga pandêmica
    Pelo segundo ano consecutivo, as festas de Natal e Ano-Novo não terão o mesmo sabor de antes da pandemia. As cidades francesas estão bonitas, decoradas e iluminadas, mas quando todos pensavam que a vacinação tinha controlado a pandemia do coronavírus e restabelecido um pouco de liberdade, o aumento contínuo das contaminações gera um desânimo coletivo.  Os franceses se sentem exaustos, estressados com o excesso de trabalho e notícias ruins. Os médicos, principalmente clínicos gerais, que fazem a medicina de primeiro atendimento na França, dizem que a metade das consultas nesse final de ano são de pessoas com queixa de fadiga. Uma pesquisa do instituto Ipsos para a Fundação Jean-Jaurès confirma esse fenômeno. Cerca de 70% dos entrevistados disseram estar com problemas de sono – insônia e dificuldade para se levantar de manhã. A estação do ano, outono-inverno, não ajuda com o tempo nublado e as baixas temperaturas. Especialistas dizem que o trabalho em home office sedentarizou demais as pessoas, agravando esses sintomas de cansaço extremo.  As contaminções estão em alta, mas a França adotou menos medidas restritivas do que países vizinhos para conter a propagação. Por enquanto, o governo só determinou o fechamento das casas noturnas por um mês. Mas restaurantes, lojas, cinemas, teatros e museus seguem abertos.  Nas últimas 24 horas, a França teve 57 mil novos casos positivos de Covid-19. Vendo o aumento das contaminações, as empresas cancelaram as confraternizações de Natal. Quem trabalha com serviço de bufê está desesperado de novo: compraram a mercadoria e os clientes desistiram das festas. Os coquetéis tradicionais dessa época do ano, com petits fours, champanhe e foie gras, foram a maioria cancelados. O ministro da Saúde, Olivier Verán, passou a semana na televisão alertando sobre o agravamento da situação nos hospitais, e implorando para as pessoas tomarem a dose de reforço da vacina.  Até esta sexta-feira, 12,5 milhões de franceses tinham tomado a terceira dose, que é importante para proteger inclusive contra a nova variante ômicron. Mas o ministro da Saúde não está satisfeito e disse que é preciso acelerar a campanha. Farmácias abertas 7/7 para ajudar na vacinação Na França, as farmácias abrem aos domingos apenas em rodízio de plantão; a maioria delas fecha. No entanto, o governo autorizou todas as farmácias a trabalharem aos domingos, até janeiro, para ajudar na vacinação. O ministro da Saúde estabeleceu a meta de vacinar 20 milhões de pessoas com a terceira dose até o Natal, para que os hospitais resistam à onda de casos graves. Os não vacinados correspondem a mais de 80% das hospitalizações. Esta semana, especialistas deram versões distintas sobre quantos dias o sistema imunológico precisa para produzir novos anticorpos, a partir da terceira da injeção, seja Pfizer/BioNTech ou Moderna. A conclusão é que após sete dias do reforço vacinal, a pessoa está protegida contra a forma grave da doença, se contrair a delta. Por isso, existe essa correria aos centros de vacinação e farmácias  para ter o maior número de pessoas imunizadas uma semana antes da ceia de Natal. Natal sóbrio em presentes Apesar da recuperação da economia neste segundo semestre, um terço dos franceses (36%) acha que a situação vai piorar no ano que vem, segundo uma pesquisa YouGov para a consultoria Alix Partners recém-divulgada. A questão climática também mudou os hábitos, e as pessoas têm pensado no consumo de uma maneira mais responsável. Mesmo assim, os institutos de sondagem calculam que a média de gastos em presentes de Natal vai ficar em torno de € 416 por pessoa este ano, cerca de R$ 2.620. Os presentes na moda? Plantas e livros.
    12/10/2021
    12:51

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