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  • A 100 dias da abertura, Catar aposta em Copa compacta e faz últimos ajustes
    Com a decisão da Fifa de antecipar em um dia a partida de abertura da Copa do Mundo no Catar, essa sexta-feira (12) marca os exatos 100 dias para o início do evento, que começa em 20 de novembro. O país já tem praticamente toda a estrutura pronta e o Comitê Organizador e as autoridades locais fazem os últimos ajustes para receber as 32 seleções e torcedores de todo o mundo.  Tiago Leme, de Doha (Catar), para a RFI O duelo de abertura será entre o anfitrião Catar e o Equador, no estádio Al Bayt, que tem o visual de uma enorme tenda árabe. A mudança de data aconteceu para dar mais destaque à cerimônia de abertura, sendo agora o único jogo do dia. Antes, ela seria no terceiro jogo de segunda-feira (21). Por causa das pequenas dimensões territoriais do país, a Copa deste ano terá algumas situações inéditas, com os torcendores podendo comparecer a mais de um jogo no mesmo dia. Todos os oito estádios são relativamente próximos. O estádio mais longe do centro da capital Doha é o Al Bayt, a apenas 50 km ou 40 minutos de estrada. Na maioria dos dias da primeira fase haverá quatro partidas, que serão disputadas às 13h, 16h, 19h e 22h, no horário local. A aposta dos organizadores para atrair a torcida é justamente por ser uma Copa compacta. CEO do Comitê Organizador Catar 2022, Nasser Al Khater destacou este fato e garantiu que os torcedores que viajarem para a Copa poderão aproveitar bem o país. “Eu acredito que todos vão aproveitar o tempo aqui por causa da natureza compacta do torneio, com quatro partidas marcadas no mesmo dia e a proximidade entre todos os estádios, com disponibilidade de opções de transporte. Eu acredito que será uma ótima experiência poder assistir a mais de uma partida no mesmo dia”, afirmou. Festa e cerveja, mas com restrições São esperados cerca de 1 milhão de turistas estrangeiros no Catar durante o torneio, sendo que metade deste número deve ir durante a fase de grupos. Em um país de religião islâmica e diferenças culturais em relação ao que os brasileiros estão acostumados, algumas regras geram dúvidas e temores nos visitantes. Por exemplo, há restrição de bebidas alcoólicas, que só podem ser vendidas e consumidas em determinados bares dentro de grandes hotéis internacionais, com preços altos. Durante a Copa, porém, haverá mais opções.  Morando e trabalhando em Doha, o brasileiro Perkison Souza tranquilizou quem pretende ir ao país do Oriente Médio para se divertir e fazer festa. “O Catar pode ser comparado com Dubai, que tem suas restrições, mas é um país receptivo para os turistas e para o turismo. Então, os brasileiros podem ter certeza que existem os hotéis onde é possível beber. Nas Fan Zones próprias para a torcida também vai ser possível o consumo de álcool e vai ser muito legal”, explicou. Serão diversas Fan Zones oficiais da Fifa no país, com venda de cerveja, telões transmitindo os jogos, além de shows musicais e atrações culturais. Oito modernos estádios estão prontos O Mundial será disputado em oito modernos estádios, sete deles construídos para a competição, com sistema de resfriamento por causa do calor. Todos eles já estão prontos. O último a ser finalizado, com inauguração oficial marcada para o dia 9 de setembro, é o estádio Lusail, palco da final no dia 18 de dezembro. Uma nova cidade inteira de 35 km2, também com o nome de Lusail, foi construída a 20 km de distância de Doha, com zonas residenciais, comerciais, de entretenimento, hotéis, marina e praia. Como o Catar não é um país com tradição no futebol, existe a preocupação com o legado e a utilização desses estádios após a Copa. Por isso, a maioria dos estádios será parcialmente desmontada e terá capacidade reduzida depois do torneio, dando espaço a outros estabelecimentos. Nasser Al Khater, CEO do Comitê Organizador, explicou que visitou os países-sede das últimas Copas do Mundo e tirou algumas lições para o Catar. Ele e sua equipe fizeram observações na África do Sul em 2010, Brasil em 2014 e Rússia em 2018. “Algumas instalações esportivas que foram construídas para torneios anteriores não tinham planos de legado. Alguns países que sediaram megaeventos como a Copa do Mundo não tinham um plano, funções e uso para esses estádios depois da Copa. Então nós tivemos essa experiência visitando esses estádios e percebemos que não houve uso desses locais após o evento. Eles ficaram fechados, só foram usados no torneio e depois ficaram em um modo de espera até que eles sediassem um outro torneio. E é isso que nós estamos tentando evitar, queremos ter os estádios funcionando durante o ano inteiro, tendo algumas instalações dentro dos equipamentos esportivos para serem usadas por federações, associações e mesmo por clubes”, disse Al Khater. Últimos ajustes sendo feitos na parte operacional e logística Além dos estádios, muitas obras foram realizadas nos últimos anos na cidade de Doha, que apresenta ótima estrutura. Destaque para o novo metrô, que foi inaugurado em 2019 e conta com três linhas, 76 km de extensão e 37 estações. Algumas pequenas obras ainda precisam ser finalizadas, como na parte de paisagismo, calçadas e iluminação. Mas os últimos ajustes a serem feitos para a Copa são mais na parte operacional. Também há uma atenção especial com a segurança e a logística, por causa do tamanho do país, que vai receber uma grande concentração de pessoas das mais variadas culturas. Por isso, autoridades de outros países também estão colaborando. Mas na preparação para o Mundial, nem tudo é positivo. O país do Oriente Médio também sofreu críticas internacionais e de entidades de defesa dos direitos humanos, por causa das condições precárias e mortes de trabalhadores nas construções dos estádios. Outro ponto negativo é a falta de opções de hospedagem com preços mais acessíveis, mesmo com a criação de quartos em navios de cruzeiros e em tendas no deserto. Definitivamente, será uma Copa do Mundo cara para o torcedor que quiser acompanhar de perto. Na busca pelo inédito hexacampeonato mundial, a seleção brasileira vai fazer a sua estreia no dia 24 de novembro contra a Sérvia, no estádio Lusail. Depois, ainda na fase de grupos, o Brasil vai enfrentar a Suíça, no dia 28 de novembro, e Camarões, dia 2 de dezembro. A equipe do técnico Tite e de craques como Neymar, Vinícius Júnior e companhia é uma das principais candidatas ao título, mas terá adversários fortíssimos, como a atual campeã França, de Mbappé e Benzema, a Argentina de Messi, Portugal de Cristiano Ronaldo, além de Alemanha, Espanha, Inglaterra, Bélgica e Uruguai. Para comemorar a marca de 100 dias para a abertura do Mundial, várias ações estão sendo realizadas durante os últimos dias e fim de semana no Catar, que está na contagem regressiva para receber o maior evento de futebol do planeta.
    8/12/2022
    7:05
  • Brasil sai com medalha do campeonato mundial Sub-20 de atletismo na Colômbia
    Eles são o futuro do atletismo brasileiro e já mostraram do que são capazes no campeonato Mundial Sub-20, em Cali, na Colômbia. A competição terminou neste sábado (6) e reuniu mais de 1.500 esportistas de todos os continentes. A delegação brasileira contou com 37 atletas, 19 mulheres e 18 homens.  Entre eles, Gabriel Luiz Boza. Na última terça-feira (2), o paranaense conquistou a medalha de bronze no salto em distância. O atleta repetiu o seu melhor salto da temporada, 7,90 metros, na sua sexta e última tentativa de subir ao pódio na principal competição do ano na sua categoria, realizada no Estádio Olímpico Pascual Guerrero. “Desde o início da prova, as primeiras duas corridas que eu fiz foram fantásticas e eu estava me sentindo muito bem, com o coração pegando fogo, sabendo que já ia sair uma medalha. Só foi questão de ajuste”, diz. “A gente precisa de um salto para ganhar. Eu coloquei isso na minha cabeça e antes de começar a corrida na marca senti de verdade que eu seria medalhista mundial e foi isso que aconteceu. Eu vim como se fosse o último salto da minha vida e veio medalha, graças a Deus”, comemora. Treinado por Cremílson Julião Rodrigues, o Montanha, Gabriel diz ter tido muito controle emocional e que em nenhum momento se sentiu pressionado. “Apesar de estar sentindo algumas dores no tornozelo e de não estar treinando em pista, porque ela está em reforma desde o troféu Brasil, isso não era desculpa. Então, foi isso que eu coloquei na minha cabeça e muita fé também, e veio. Eu estava muito frio, muito controlado e veio medalha”, completa. Gabriel começou no atletismo nos Jogos Escolares, em sua cidade natal, São José dos Pinhais, no Paraná. Até agora, a sua melhor marca foi de 8,04 metros, recorde brasileiro e sul-americano Sub-20. “Eu tenho certeza de que sou um garoto que ainda tem muitas coisas para aprender, tecnicamente, mentalmente e psicologicamente. Então, é isso que eu quero levar para a minha vida”, afirma o atleta. “Com todos esses defeitos, com todas as adversidades, eu sou um medalhista mundial e tenho certeza que ainda vou melhorar. A minha técnica vai melhorar e isso me deixa com a confiança lá em cima de estar levando uma medalha de um mundial para casa. Não só para a minha cidade e para o meu clube, mas para o Brasil inteiro. Então tenho certeza de que voos maiores virão”, acredita. Inspiração O medalhista diz se inspirar em Alison dos Santos, o Piu, campeão mundial pelo Brasil nos 400 m com barreiras no fim de julho no Oregon, nos Estados Unidos. “No atletismo, eu me inspiro muito no Piu. Porque cada competição que ele vai, faz história. Ganhou um mundial agora, ficou em terceiro na Olimpíada [de Tóquio]... A gente vê que ele está tranquilo e, ao mesmo tempo, focado. Então, no atletismo ele é a minha inspiração,” conclui. Paris 2024 A expectativa é de que muitos desses atletas que disputaram as provas em Cali possam estar no Mundial adulto de 2023, em Budapeste, na Hungria. Eles ainda vão enfrentar uma sequência de grandes competições até os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. E com muitas chances de vitória, acredita Margit Weise, uma das treinadoras da equipe brasileira. “Eu estou achando essa geração muito forte. Eu vou citar as provas de velocidade, em que tivemos um atleta que não fez o seu máximo até a linha de chegada, mas mesmo assim fez um tempo excepcional e provavelmente vai ser um medalhista olímpico nos Jogos de 2024”. A treinadora também menciona as provas de lançamentos e arremessos. “Nós temos jovens muito fortes e que logo também estarão ocupando as melhores posições no campeonato mundial adulto e nos Jogos Olímpicos. É uma geração forte, uma geração saudável, que devido à pandemia ficou restrita a participações e agora, quando teve acesso a elas, veio muito bem preparada e muito forte. Então, eu vejo com bons olhos e o atletismo mundial vai ter grandes surpresas com essa geração que está aqui nesse campeonato mundial”, analisa Weise, que aposta no bom desempenho futuro dos jovens atletas brasileiros. “Nós temos atletas bem jovens na nossa delegação, mas a gente vê que eles têm potencial. O investimento da Confederação está em cima desses jovens, que nas futuras competições internacionais também poderão ocupar postos melhores, indo para as finais e procurando pódio para representar bem o país. Eles também têm muitas condições de evoluir e chegarem bem na Olimpíada de 2024. E muitos de nossos jovens, hoje com 17 anos, podem chegar bem na Olimpíada de 2028”, conclui.
    8/7/2022
    5:15
  • Volta da França 2022: Ciclismo feminino está em alta, apesar da falta de paridade com homens
    A Volta da França 2022 mostra que o ciclismo feminino está em alta. Depois de 33 anos interrompida, a versão feminina do tradicional Tour de France, a prova ciclística de estrada mais importante do mundo, voltou a ser realizada este ano e foi um sucesso de público e de na mídia. A Volta da França feminina começou no dia 24 de julho. A largada foi na emblemática avenida dos Champs-Elysées em Paris, e a chegada acontece neste domingo (31) na Super Planche des Belles Filles, na região de Vosges, no leste da França. Ao todo foram oito etapas que percorreram mais de mil quilômetros. Cento e quarenta e quatro ciclistas, de 24 equipes profissionais, participaram da largada. A retomada da competição, mais de três décadas depois da última edição, com tantas equipes e ciclistas, é uma prova da profissionalização do ciclismo feminino. A ciclista brasileira Flavia Oliveira não participa dessa Volta da França feminina, mas venceu 30ª edição do L’Ètape du Tour 2022, no dia 10 de julho, uma etapa aberta para amadores que fazem o mesmo trajeto dos profissionais na Volta da França masculina. Flávia Oliveira já foi campeã do Giro de Itália, campeã brasileira de Estrada, campeã Geral e de Montanha do Tour Internacional de Ardèche e ficou em sétimo lugar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ela festeja a retomada da versão feminina do Tour de France, mas espera uma evolução ainda maior. "Finalmente a gente está conseguindo um pouquinho de chão", diz Oliveira. "Vai ter uma etapa de montanha bacana no último dia. Eu vejo que ainda tem espaço para a gente melhorar. A gente consegue fazer coisas difíceis. Aos poucos a gente consegue fazer mais e mais. Comparado a cinco anos atrás, a gente não tinha o número de grupos profissionais fazendo equipes femininas de agora. Isso deu bastante força para o esporte feminino. Tem que começar de algum lugar e se estamos começando com 8 dias do Tour de France feminino, acho que é um bom começo", considera a atleta brasileira. Presença massiva de fãs do ciclismo Os fãs do ciclismo feminino marcaram presença desde a largada na França. A mídia também se interessou pela prova e fez uma boa cobertura, dando grande visibilidade ao evento. A diretora do Tour de France feminino, Marion Rousse faz um balanço positivo desta edição 2022. "Ficamos muito felizes com o grande interesse da mídia pela competição, com o grande número de pessoas que foram para a beira da estrada assistir, e com o espetáculo oferecido pelas atletas. Tivemos corridas magnificas", afirmou Rousse. "O saldo é super positivo. Não tínhamos muitas dúvidas do ponto de vista esportivo, mas tínhamos algumas incertezas e o interesse do público era uma delas e esse interesse superou nossas expectativas. Tinha gente na largada, na chegada, mas durante todo o percurso, pessoas fantasiadas, com cartazes, que criaram um clima festivo típico da volta da França masculina. As ciclistas não tinham vivido isso antes", analisou a diretora. Um homem que cai é um guerreiro e uma mulher quando cai não sabe andar de bicicleta O pelotão profissional feminino da Volta da França mostrou garra e velocidade. Mas quedas repetitivas em várias etapas geraram críticas nas redes sociais sobre o profissionalismo de algumas atletas. Os comentários indignaram a diretora da prova, Marion Rousse. "Críticas sempre existem, mas temos de nos concentrar nos pontos positivos. Há 95% de coisas positivas e 5% de críticas. É uma pena de focar apenas isso, ainda mais que as quedas fazem parte do ciclismo e infelizmente vai continuar fazendo parte", apontou. "Esquecemos muito rápido que na primeira semana da Volta da França masculina do ano passado teve muitas quedas. Um homem que cai é um guerreiro e uma mulher quando cai não sabe andar de bicicleta. É incoerente e não sei o que responder as pessoas que fazem essas críticas", disparou a diretora. O ciclismo feminino se profissionaliza, mas a paridade com o esporte masculino ainda está longe. O Tour de France das mulheres irá distribuir € 250 mil em prêmios para as ciclistas participantes, quase dez vezes menos que a versão masculina. Com isso, a vencedora vai embolsar € 50 mil, enquanto o campeão da Volta da França masculina este ano, o dinamarquês Jonas Vingegaard levou um cheque de € 500 mil. "A estrada até a paridade total ainda é longa, mas o sucesso atrai os patrocinadores e o futuro da Tour de France feminino está garantido", assegura Marion Rousse.
    7/31/2022
    6:08
  • Depois de ouro no mundial de atletismo, Alison dos Santos sonha com Jogos Olímpicos de Paris em 2024
    A 18ª edição do Campeonato Mundial de Atletismo termina neste domingo (24) no Oregon, nos Estados Unidos. O Brasil participou da competição com 58 representantes: 23 atletas no feminino e 35 no masculino. Um dos destaques foi o paulista Alison dos Santos, que conquistou ouro nos 400 metros com barreiras. Ele começou no judô, mas influenciado pela treinadora Ana Fidélis, o brasileiro Alison dos Santos logo descobriu, ainda na pequena cidade de São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, que tinha talento para o atletismo. E a escolha deu certo. O atleta, de 22 anos, venceu uma das provas mais importantes do atletismo na terça-feira (19), com tempo de 46.29, quebrando os recordes sul-americano e do Campeonato Mundial, que pertencia ao norte-americano Kevin Young, com tempo de 47.18. Atualmente, o recorde mundial dos 400 metros com barreiras é do norueguês Karsten Warholm, campeão olímpico, com tempo de 45.94. A nova marca coloca o brasileiro no topo do ranking mundial de 2022. Inspirado em Joaquim Cruz, campeão olímpico e atual chefe de equipe do Brasil no Oregon, Alison, que mede 2 metros de altura e tem 76 kg, disse que demorou a acreditar no resultado. “A ficha está caindo ainda, estou vivendo o momento. Aproveitando a situação aqui para chegar e comemorar com os meus familiares. Agora não quero pensar em nada, só curtir o momento e aproveitar um pouco. Eu vou lembrar desse momento, vou deixar a ficha cair, vou assistir a corrida várias vezes, vai ser algo mágico para mim”, disse o atleta. Também subiram ao pódio com ele, no estádio Hayward Field, na cidade de Eugene, os norte-americanos Rai Benjamin e Trevor Bassitt, medalhas de prata e bronze, respectivamente. Este foi o segundo ouro e a 14ª medalha do Brasil na história da competição. O Brasil participou da 18ª edição do Campeonato Mundial de Atletismo nos Estados Unidos com 58 representantes: 23 atletas no feminino e 35 no masculino. Treinado pelo técnico Felipe Siqueira, que o acompanha desde 2018, Piu chegou à final invicto nos 400 metros com barreiras em 2022.  Ele havia iniciado a preparação em São Paulo e continuou os treinos na região de San Diego, na Califórnia, a partir de março. Com esse resultado, Alison dos Santos superou as campanhas de 2019 e 2021, quando foi finalista no mundial de Doha, no Catar, e medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio. “Comentando sobre a prova, sobre o finalzinho, foi muita emoção no momento de passar a última barreira e saber que eu iria ser campeão mundial. Eu só queria literalmente passar a linha e comemorar, curtir esse momento”, diz. “E talvez sim, eu pudesse ter tido um tempo melhor, não sei se o recorde mundial. Mas estamos trabalhando para isso, a gente sabe que a gente é capaz de fazer isso e vamos para mais, vamos buscar esse recorde mundial, a temporada ainda não acabou. Vamos continuar no foco, continuar no trabalho que a gente consegue alcançá-lo”, completou.   O atleta voltou ao Brasil na sexta-feira (22), seguindo direto para São Joaquim da Barra para rever a família. “Está sendo maravilhoso, eu ainda não parei. Não tive tempo para parar e assistir tudo o que me marcaram, compartilharam, as mensagens que me mandaram, mas está sendo muito mágico receber o carinho do povo brasileiro, mais uma vez, e todos que estão comigo e realmente torcem por mim. É incrível ter esse momento e compartilhar essa energia com vocês, é gratificante e eu vou levar comigo sempre”, disse o atleta. Próximas etapas Alison viaja para a Europa no dia 3 de agosto. Ele compete em mais três etapas da Diamond League nos 400m com barreiras: no dia 6 de agosto em Silesia, na Polônia; no dia 2 de setembro em Bruxelas, na Bélgica e no dia 8 de setembro em Zurique, na Suíça. O atleta também vai correr a prova dos 400 metros rasos no dia 8 de agosto, no Grand Prix da Hungria. Futuramente, Piu também mantém o foco nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Antes, vai tentar o bicampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023. “O foco é melhorar, continuar no progresso, evoluir no resultado, correr cada vez mais rápido e sim, sonhamos com o ouro em Paris, sabendo que a gente tem chance para chegar lá e brigar por isso”, afirma. “A gente provou isso na pista, que veio para cá para conquistar não só o campeonato mundial, mas uma medalha de ouro também nos jogos olímpicos e fazer história. E a gente sonha com o recorde mundial. E competições como essas, mundiais e jogos olímpicos são perfeitos para fazer isso e eu sei que os jogos de Paris serão maravilhosos”, conclui.
    7/24/2022
    10:08
  • Roland Garros recebe os melhores jogadores de padel do mundo
    Saem a raquete de tênis e o saibro, entram as paredes de vidro e o piso de grama. Quase inexistente na França até 2010, o padel ganha mais praticantes a cada ano e atrai patrocinadores que investem em grandes campeonatos. O famoso complexo de Roland Garros, palco do tênis francês, foi transformado para receber os melhores atletas de padel do mundo. Entre eles alguns brasileiros, como Pablo Lima, que disputa neste sábado (16) a semifinal do Greenweez Paris Premier Padel Major contra o argentino Franco Stupaczuk. O novo circuito mundial do esporte foi criado pelo fundo de investimento Qatar Sports Investiments, que detém o time de futebol Paris Saint-Germain. O grupo decidiu investir no padel, na expectativa de que a disciplina se torne olímpica. Criado no México, nos 1960, o padel chegou à Europa pela Espanha. É lá que vive a maioria dos atletas profissionais brasileiros dessa modalidade, como Lucas Bergamini. “O padel na Espanha sempre foi muito popular. Mas como é um esporte de fácil acesso, muito legal de jogar e muito social, cada vez vem crescendo mais”, diz o gaúcho que se mudou para a Europa para seguir seu sonho. “Em números, o padel amador tem muitos praticantes. Em nível profissional estamos cada vez melhores, cada vez tem mais dinheiro e se torna possível para mais jogadores viverem do padel”, completa.   Na França, as primeiras quadras foram construídas em 2014, ano em que o padel passou a integrar a Federação Francesa de Tenis (FFT). O Greenweez Paris Premier Padel Major, principal evento no país, começou na segunda-feira (11) e termina neste domingo (17), em Paris. A competição reúne 176 atletas de 8 países. Entre eles, cinco brasileiros. Roland Garros “de cara nova” A quadra de padel é um retângulo de 10 metros de largura por 20 de comprimento, cercado de paredes de vidro. A rede tem altura de 88 centímetros e a bola mede aproximadamente 6 centímetros e pesa até 60 gramas. A raquete não pode passar de 45,5 centímetros, com 26 centímetros de largura, podendo ser lisa ou não. E pesa cerca de 300 gramas. O jogo é em duplas, que podem ser mistas. A contagem de pontos é igual a do tênis. Mas as semelhanças param por aí. “O padle tem golpes parecidos com os do tênis, voleio, smash, direita e esquerda, mas também tem o rebote das paredes. Os efeitos são outros, o movimento é um pouco mais curto”, explica o jogador brasileiro Pablo Lima, que disputa a semifinal do evento parisiense. “Tem semelhanças com o tênis, mas quando você entra na quadra, vê que são esportes diferentes. Porém, uma pessoa que joga tênis tem uma certa vantagem porque já aprendeu os golpes”, acrescenta. Seis quadras de padel foram instaladas no complexo de Roland Garros, incluindo uma na famosa arena Philippe-Chatrier, onde o tenista Rafael Nadal ganhou o último Grande Slam francês. Em entrevista à RFI Brasil, Lucas Bergamini conta que se emocionou ao pisar no mítico complexo de Roland Garros. “Ainda não somos conscientes da grandeza de estar num lugar assim. A primeira vez que eu vi a quadra central fiquei maravilhado e até emocionado”, revela. “Eu acho que era o sonho de todo o jogador de padel poder jogar em Roland Garros pela semelhança com o tênis", completa Pablo Lima. "Não dá para processar ainda que estamos jogando aqui, porque o nosso esporte cresceu muito nesses últimos dois anos. É um sonho que se cumpriu tão rápido, sem a gente se dar conta. Chega a ser emocionante”, afirma.  “Eu moro na Espanha desde 2005, onde há o circuito mais forte. Tem o Lucas Campagnolo, Lucas Bergamini, o Chico Gomes , o Marcello Jardim... Somos uns cinco ou seis brasileiros que jogamos o circuito e todos nós residimos na Espanha por causa das viagens”, conta Lima.    Febre no Brasil No Brasil, a febre do padel também movimenta clubes no país inteiro, como explica Paula Miranda, da Confederação Brasileira de padel. De acordo com ela, o que faz do esporte um sucesso é que ele pode ser jogado pela família inteira. “Nos campeonatos brasileiros, de sexta a domingo temos, às vezes, 350 ou 400 duplas inscritas, onde vai a família toda: joga o filho, joga a esposa, joga o pai. Eu acho que esta é a razão pela qual o padel está se convertendo nessa febre e está crescendo dessa maneira em todo o mundo”, conclui. Na França, o objetivo é chegar a 2.000 quadras de padel, até 2024, o dobro do que existe hoje. Só em 2022, a previsão é de que sejam organizados 10 torneios, sendo quatro de Grand Slam, e chegar a 25 campeonatos, em 2025.
    7/16/2022
    5:58

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